Foto: Caroline Puzoni - Entrada do Cartório Eleitoral de Ribeirão Pires
Procedimento é utilizado pelo TSE desde 2010, mas ainda diverge opiniões entre os eleitores por não ser obrigatório
Com o objetivo de garantir a
segurança, há duas décadas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) implantou o voto
informatizado através da urna eletrônica no Brasil, integrada a um sistema
informatizado que facilita e agiliza a contagem dos votos. As eleições surgiram
para garantir que 205,8 milhões de brasileiros (dados de 2016, IBGE) tenham o
direito à democracia.
Desde 2010 o TSE passou a utilizar
urnas eletrônicas com reconhecimento biométrico do eleitor, com a intenção de
impedir a falsificação na hora da votação. Apesar das urnas já possuírem o
sistema biométrico, o recadastramento dos 142 milhões de eleitores (dados de
2014, TSE) ainda não é obrigatório.
Para Camila Albuquerque, analista
judiciária da zona eleitoral do município de Ribeirão Pires, além da agilidade,
a principal vantagem da votação biométrica é a garantia da “lisura do pleito
(eleitoral), porque não tem como uma pessoa votar no lugar de outra”.
Foi com este pensamento que a
eleitora Mariana Meira Ramos Vasconcelos, 18, decidiu fazer seu cadastramento
biométrico, pois para ela “não tem como alguém pegar o seu ‘dedinho’ e votar no
seu lugar”. Em contra partida, outros eleitores não vêem necessidade de
realizar o recadastramento, como é o caso de Amanda Lemos Martines, 19, declara
já possuir o título de eleitor e “que isso já basta”.
O prazo para o cadastramento biométrico
para as eleições municipais deste ano já expirou no inicio do mês de maio. No
entanto, o recadastramento pode ser realizado para as próximas eleições.


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